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14.3.11

Arquivo de Albert Einstein estará na internet

Arquivo de Albert Einstein estará na internet
Albert Einstein, em 1921. Arquivo do cientista será digitalizado e disponibilizado na web
 O arquivo de Albert Einstein será digitalizado e disponibilizado na Internet dentro de um ano, informou nesta segunda-feira a Universidade Hebraica de Jerusalém. Einstein, que morreu em 1955, deixou seus arquivos em herança para a universidade, da qual ele foi um dos co-fundadores. O arquivo contém mais de 80 mil documentos do cientista judeu, nascido na Alemanha, considerado o pai da física moderna.

"É a coleção mais importante de seus documentos e uma coleção importante da história do século 20", disse Roni Grosz, diretor do Arquivo Albert Einstein, da Universidade Hebraica.
A universidade disse que a coleção, que inclui cadernos de pesquisa, correspondência com colegas e amigos e artigos que Einstein fez nas áreas da ciência, filosofia e política, seria disponibilizado em um site público que a instituição está criando.

1.4.10

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

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